Disney demite 1.000 funcionários: CEO manda carta e diz "eu sei que isso é difícil
| Crédito: Getty Images |
O que tá acontecendo?
As demissões fazem parte de uma reorganização na área de marketing da Disney. A empresa criou uma nova divisão unificada de marketing corporativo, liderada por Asad Ayaz, diretor de marketing e marca. Com essa centralização, os cortes vão atingir equipes de marketing dos estúdios, redes de TV, ESPN, tecnologia e áreas corporativas.
Em setembro de 2025, a Disney tinha cerca de 231 mil funcionários entre tempo integral e parcial — então estamos falando de menos de 1% do total, mas ainda assim é muita gente sendo impactada de uma vez.
Quem é Josh D'Amaro?
Esse é o primeiro grande movimento de D'Amaro como CEO da Disney. Ele assumiu o cargo em 18 de março, substituindo o famoso Bob Iger, depois de anos como presidente da Disney Experiences (aquela divisão dos parques temáticos e experiências da marca). Ou seja, ele chegou e já teve que tomar uma decisão bem difícil logo de cara.
O que ele disse na carta?
D'Amaro mandou um memo pra toda a empresa explicando a situação, e o tom foi bem humano — ele reconheceu que a notícia é dura e que as pessoas que estão saindo fizeram um trabalho importante. Alguns trechos do que ele escreveu:
Ele disse que a Disney vem olhando para formas de "tornar as operações mais ágeis" diante de um mercado que muda muito rápido, e que isso exige uma força de trabalho mais flexível e tecnológica. Também deixou claro que as demissões não refletem o desempenho das pessoas afetadas, mas sim uma reavaliação de como a empresa quer alocar seus recursos.
O CEO prometeu que a empresa vai oferecer suporte, orientação e recursos para ajudar quem está saindo a navegar essa transição — e encerrou dizendo que, apesar do momento difícil, segue otimista sobre o futuro da empresa.
O que pensar disso tudo?
Bom, reestruturações corporativas são parte da vida das grandes empresas, especialmente num momento em que streaming, inteligência artificial e mudanças no consumo de mídia estão virando tudo de cabeça pra baixo. Mas é claro que, por trás de cada "role eliminada", tem uma pessoa real com contas pra pagar.
A Disney continua sendo um dos maiores conglomerados de entretenimento do mundo — mas fica a pergunta: será que essa é só a primeira leva de cortes, ou a empresa vai estabilizar por aqui?
A gente continua de olho. Qualquer novidade, trazemos aqui no blog! 🏰






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