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The Social Reckoning: Jeremy Strong é o novo Zuckerberg e a gente já tá de olho

Galera, a CinemaCon 2026 não para de soltar bomba! Depois de um primeiro dia cheio de novidades, a Sony chegou com um anúncio que vai fazer qualquer fã de cinema e de drama corporativo pirar: a primeira prévia de The Social Reckoning, o novo filme de Aaron Sorkin sobre o Facebook — e dessa vez quem vive Mark Zuckerberg é ninguém menos que Jeremy Strong, o Kendall Roy de Succession!
 
Jeremy Strong in Los Angeles on Nov. 16, 2025; Mark Zuckerberg in New York City on Oct. 29, 2025
Jeremy Strong in Los Angeles on Nov. 16, 2025; Mark Zuckerberg in New York City on Oct. 29, 2025. Credit:

Crédito: Frazer Harrison/WireImage; Taylor Hill/Getty

Mark Zuckerberg has updated his profile picture — on the big screen.

Sony debuted the first look at Aaron Sorkin's Facebook drama The Social Reckoning at CinemaCon 2026. Among the footage: our first glimpse of Succession star Jeremy Strong as the billionaire Meta CEO.

Strong comes into focus during a deposition where he's asked to state his name and occupation. "I'm a professional defendant," he declares.

An advisor played by Bill Burr gives Zuckerberg some tough love. "These guys are counting on the next run of congressional testimony to make you likable, Mark," he says. "I'm happy to lend a hand, but I think you don't."

Jeremy Strong in New York City on Sept. 28, 2025
Jeremy Strong in New York City on Sept. 28, 2025.

Crédito: Taylor Hill/FilmMagic

O que vimos no trailer?

A cena de estreia de Jeremy Strong como Zuckerberg já diz tudo sobre o tom do filme: ele está num depoimento e, quando perguntado sobre nome e profissão, responde com uma frieza desconcertante: "Sou um réu profissional." Pesado, né?

O trailer ainda mostra um conselheiro vivido por Bill Burr dando uma invertida no CEO bilionário, avisando que a próxima rodada de depoimentos no congresso precisa fazer ele parecer mais simpático — e que ele claramente não tá se esforçando muito pra isso.

Zuckerberg também aparece defendendo a desinformação que circula livremente na plataforma, se declarando um "absolutista da liberdade de expressão" e lembrando pra todo mundo quem manda na empresa. Spoiler: ele mesmo. Com aquela energia fria e sem graça que a gente já conhece do CEO na vida real.

E pra fechar com chave de ouro, a trilha do trailer usa a mesma assinatura musical de Trent Reznor e Atticus Ross do filme original. Arrepiante!


A conexão com The Social Network

Sorkin apareceu pessoalmente no palco do Caesars Palace pra contextualizar o projeto. Segundo ele, o novo filme parte de onde o primeiro terminou: naquele tempo, a história era sobre um garoto da faculdade que criou um site no quarto da república e conectou o mundo. Agora, com tudo que esse "sonho" se tornou — um conglomerado global que moldou eleições, comportamentos e a realidade de bilhões de pessoas — é hora de contar o próximo capítulo.

The Social Reckoning é descrito como uma espécie de filme complementar a The Social Network (2010), de David Fincher — aquele que rendeu a Sorkin um Oscar de Roteiro Adaptado, além de prêmios de edição e trilha sonora. No original, Jesse Eisenberg interpretava Zuckerberg ao lado de Andrew Garfield (Eduardo Saverin) e Justin Timberlake (Sean Parker).


Elenco novo, história nova

Além de Jeremy Strong no papel principal, o filme conta com:

  • Mikey Madison (de Anora) como Frances Haugen, a famosa whistleblower do Facebook
  • Jeremy Allen White (o Carmy de The Bear) como Jeff Horwitz, o jornalista do Wall Street Journal que publicou os vazamentos internos da empresa em 2021

Mikey Madison in Los Angeles on March 15, 2026; Jeremy Allen White in Los Angeles on March 1, 2026
Mikey Madison in Los Angeles on March 15, 2026; Jeremy Allen White in Los Angeles on March 1, 2026.

Crédito: Mike Coppola/Getty; JC Olivera/Variety via Getty

Esses vazamentos — conhecidos como "The Facebook Files" — revelaram que a empresa sabia dos efeitos negativos da plataforma para adolescentes, do papel dela em incitar violência em países em desenvolvimento e de como seus algoritmos promovem conteúdo que gera raiva e polarização. Tenso, né?
Jeremy Strong sobre o papel

O ator já tinha falado antes que o roteiro é "um dos melhores que já leu na vida", dizendo que o filme "fala com o nosso tempo e toca em tudo que está acontecendo no mundo". E sobre seguir os passos de Jesse Eisenberg? Strong deixou bem claro que não vai nem pensar nisso — a performance dele vai ser completamente sua.


Gente, esse filme tá pintando pra ser o evento cinematográfico de 2026. Sorkin escrevendo sobre o Facebook em 2025 é completamente diferente de escrever sobre ele em 2010 — e com um elenco desse calibre, as expectativas já estão nas alturas. Fica de olho aqui no blog que assim que sair mais novidade, a gente traz!

 
 

 

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