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Sam Altman diz que IA vai fazer as pessoas valorizarem mais os criadores humanos em Hollywood

Crédito: Chad Salvador/WWD

 

O CEO da OpenAI, Sam Altman, tá defendendo que a inteligência artificial é boa pro cinema e pra indústria do entretenimento — e que o futuro não é tão assustador quanto muita gente pensa. 

 

O que ele disse?

Durante a cerimônia do Breakthrough Prize no último sábado, Altman foi questionado sobre o medo que ronda Hollywood: a IA vai cortar empregos e matar a criatividade? A resposta dele foi bem direta:

  

"As pessoas se importam de verdade com outras pessoas. Elas se importam com os seres humanos por trás das histórias, da arte, do trabalho criativo que tanto importa. Meu instinto é que vai acontecer o contrário — as pessoas vão se importar mais com os humanos e com os criadores humanos no futuro, não menos."

Ele também falou que ouve bastante de criativos que chegam com ideias novas, querendo contribuir pro desenvolvimento dos modelos e expandir as possibilidades da tecnologia.

O barraco com a Disney

Um dos momentos mais comentados do artigo é o climão com a Disney. No final de março, Altman avisou o novo CEO da Disney, Josh D'Amaro, que ia fechar a plataforma de geração de vídeos Sora — e isso aconteceu antes mesmo da Disney conseguir lançar seus personagens no sistema. Altman disse que se sentiu péssimo com a situação, mas garantiu que as duas empresas ainda estão buscando formas de trabalhar juntas.

A Disney, por sua vez, cancelou um investimento de 1 bilhão de dólares na OpenAI depois do episódio. Treta e tanto, né?

Val Kilmer ressuscitado pela IA?

Altman também foi questionado sobre o caso do ator Val Kilmer, que morreu recentemente e vai ser "ressuscitado" pela IA pra estrelar o filme "As Deep as the Grave". Mas ele desviou da pergunta:

"Acho que não sou a melhor pessoa pra responder isso."

E a regulação?

Sobre a necessidade de regular a IA, Altman foi bem equilibrado: disse que alguma regulação vai ser importante, mas ressaltou que é fundamental acertar na dose.

No geral, o discurso dele é de que a IA e a criatividade humana podem (e devem) caminhar juntas — mas Hollywood ainda tá longe de comprar essa ideia sem resistência. 🎬🤖

 

 

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